sábado, 23 de outubro de 2010

Medidas simples podem evitar contaminação por superbactérias


O surto de contaminação pela superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC) poderia ser evitado por medidas simples adotadas pelos hospitais, como obrigar as pessoas a lavarem as mãos ao visitar os pacientes. A sugestão é da bióloga Ana Paula Carvalho Assef, do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), unidade credenciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para confirmar os casos de KPC no país.

“São as medidas básicas de controle de infecção, como lavar as mãos antes e depois de entrar em contato com o paciente. A comissão do hospital deve estar alerta para esse tipo de coisa e orientar os visitantes e toda a equipe clínica que esteja tratando esses pacientes”, afirmou.

A bióloga ressaltou que esses cuidados básicos evitam contaminações perigosas e que geram altos custos para serem tratadas. “Você fica sem opção de tratamento e as alternativas para combater essas bactérias são antibióticos tóxicos e muito mais caros.”

Segundo ela, a KPC foi identificada em 2001, nos Estados Unidos, a partir de uma amostra de 1996. Nos anos de 2003 e 2005, ela provocou surtos em Nova York e depois se espalhou pelo mundo, com casos registrados na Argentina, Colômbia, em Israel e outros países.

Apesar da grande expansão da KPC, a bióloga da Fiocruz afirmou que não há riscos de haver uma contaminação generalizada da população, pois a bactéria é inerente ao ambiente hospitalar, onde há um grande número de pacientes debilitados, com procedimentos invasivos e recebendo altas cargas de antibióticos. “Uma pessoa saudável não vai se infectar por essa bactéria, nem vai haver um surto de KPC na comunidade. É um problema dos hospitais que deve ser controlado. É preciso cuidado para a comunidade não servir de veículo para levar a bactéria a pacientes debilitados.”

Ana Paula Carvalho Assef explicou que a KPC é uma bactéria comum, presente no sistema digestivo de quase todas as pessoas, mas que nos últimos anos adicionou uma informação nova ao seu DNA, passando a produzir uma enzima, a carbapenemase, que destrói a maior parte dos antibióticos, garantindo resistência.

A bióloga considerou positivo o controle que o Ministério da Saúde quer implantar sobre a venda de antibióticos no país, a fim de evitar que as pessoas comprem os medicamentos sem receita médica e sem conhecimento da correta administração. Um dos motivos da resistência de bactérias é justamente o fato de o tratamento não ser seguido até o fim, abandonado quando se nota as primeiras melhoras.

Outro problema, segundo Ana Paula Carvalho Assef, é o excesso de antibióticos utilizados na criação de animais de corte, que acabam sendo ingeridos pelos seres humanos no consumo de carnes, ovos e leite. Além disso, há o problema dos antibióticos jogados no esgoto pelos hospitais e nos lixões, que contaminam o meio ambiente. “Tudo isso junto faz com que as bactérias resistentes sejam selecionadas e vai aumentando cada vez mais a multirresistência”, alertou.

Da Agência Brasil


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domingo, 1 de agosto de 2010

A Prevenção dos Acidentes de Trânsito é uma providência absolutamente necesária em Mato Grosso do Sul

Em Mato Grosso do Sul ocore lnaceitáavel índice de acidentes de trânsito, matando muita gente e, provocando invalidez, atingindo principalmente a população jovem.

Só em em Campo Grande o trânsito mata uma por dia. .

Como outros tipos de acidentes, o de trânsito resulta de imperícia, negligência e imprudência.

Mas o acidente de trânsito é um acontecimento evitável, sobretudo por meio de educção para o trânsito.

Nós podemos e devemos reduzir o número de mortes e incapacidades por essa causa.

Esta é uma das propostas do Coronel Paim.

Outras são encontradas em seus pangletos e na Internet.



Quem é o Coronel Paim

Nome: Edson Nogueira Paim

Local: Aquidauana, Mato Grosso do Sul

O CoroneL PaiM é Candidato a Deputado Estadual - 12777 pelo PDT/MS (Coligação "A Força do Povo")


Cirurgião Dentista e Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Tenente Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército, aguardando publicação da promoção ao Posto de Coronel, em ressarcimento de preterição. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia do Acidente de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO)

domingo, 6 de junho de 2010

Twitter do Zeca do PT no Painel do Paim

Para acessar o Twitter do Zeca do PT, clique no seguinte LINK:



http://twitter.com/ZECADOPT

sábado, 24 de outubro de 2009

Repórter News: Estudante encontra fungos em Coca-Cola

Divulgação

Leitora mostrando os fungos encontrados na Coca-Cola.
Leitora mostrando os fungos encontrados na Coca-Cola.
A estudante Joeline Gamarra, 25 anos, leitura do Campo Grande News enviou e-mail à redação informando que hoje, quando estava na casa de seus pais no Jardim Imá, comprou dois refrigerantes Coca-Cola e quando foi servir um deles, acabou encontrando fungos.

Segundo ela, a situação causou constrangimento, já que a família do marido estava de visita no local. Joeline também disse que os copos da casa são higienizados, fator que comprova que os fungos estavam no refrigerante. Os fungos, de acordo com a estudante, foram encontrados por sua cunhada Ana Claudia.

Após ligar para o Procon (Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor), Joeline recebeu a orientação de trocar o produto no estabelecimento em que havia comprado ou então pegar o dinheiro de volta.

Ela também foi informada via Procon para que acionasse a Vigilância Sanitária, só que o contato não foi estabelecido, já que ninguém atendeu a ligação. Joeline ainda enviou e-mail e telefonou para o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) da Coca-Cola.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Anvisa amplia inspeção em voos por causa da gripe suína; Ministério da Saúde acompanha 20 casos

Do UOL Notícias

Em São Paulo e Brasília*

Gripe suína deve chegar ao país; sistema de saúde está preparado, diz infectologista

*

* Para infectologista, Brasil não está preparado para alta letalidade de gripe suína
* BBC Brasil: o que o Brasil está fazendo
* Hospital aguarda exames em três casos de suspeita de gripe suína em Minas Gerais
* OMS diz que fechar fronteiras é ineficaz para conter a gripe suína

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou hoje que os voos procedentes do Reino Unido, Espanha e Nova Zelândia também serão inspecionados por uma equipe da agência e por médicos da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) para a identificação de pacientes com sintomas de gripe suína.

Até agora, apenas os voos vindos do México, Canadá e Estados Unidos estavam sendo avaliados. A decisão foi tomada durante reunião da Anvisa com representantes das companhias aéreas, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Infraero no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Na reunião, também ficou acordado que resíduos sólidos provenientes de aeronaves procedentes dos países citados serão classificados como resíduos do tipo A, ou seja, potencialmente infectantes. O descarte desses resíduos passará por procedimentos de fiscalização antes que seja definido o seu destino. Em procedimento normal, os dejetos são descartados em aterros sanitários.

Representantes da Anac e da Infraero também definiram hoje a obrigatoriedade da veiculação de informes sonoros a bordo da aeronaves vindas de áreas afetadas pela gripe. Eles irão esclarecer os passageiros quanto aos procedimentos que devem tomar na chegada ao aeroporto. A determinação será oficializada por meio do Comando da Aeronáutica e da Anac.
Anvisa diz que alerta tardio da OMS prejudicou orientação sobre a doença

domingo, 26 de abril de 2009

México adota medidas drásticas para controlar gripe suína

O governo do México anunciou neste domingo algumas medidas drásticas para tentar controlar o surto de gripe suína que já matou 81 pessoas.

A Organização Mundial de Saúde anunciou, no sábado, que a nova variedade do vírus identificada no México é grave e tem o potencial de virar pandemia. Além disso, a OMS classificou o surto da doença como uma emergência de saúde pública internacional.

Segundo as novas medidas do governo, as escolas da capital, Cidade do México, e de outros dois Estados permanecerão fechadas por duas semanas.

Além disso, todos os eventos públicos, inclusive as missas e as partidas de futebol deste domingo, foram cancelados. Cerca de 70% dos bares e restaurantes da capital também foram fechados.

O governo recomenda que a população evite cumprimentos com as mãos e a Embaixada dos Estados Unidos aconselhou visitantes a permanecerem a pelo menos 1,8 metros de distância de outras pessoas.

As autoridades de saúde do México também foram autorizadas a isolar pessoas contaminadas, caso seja necessário.

O ministro da Saúde do México, José Córdova, afirmou que um total de 1,3 mil pessoas foram internadas com sintomas suspeitos da gripe suína desde o dia 13 de abril e que os pacientes estão sendo examinados.

Preocupação internacional
A epidemia de gripe suína se espalhou também para os Estados Unidos, onde 11 casos não-fatais da doença foram confirmados.

Entre os casos americanos da doença sete pessoas foram contaminadas no Estado da Califórnia, duas no Texas e duas no Estado de Kansas.

Em Nova York, o secretário de Saúde, Thomas Frieden, disse que exames preliminares conduzidos em alguns estudantes demonstraram também possíveis novos casos da doença.

O ministro da Saúde da Nova Zelândia, Tony Ryall, disse que dez estudantes que voltaram recentemente do México podem estar infectados com o vírus, já que apresentaram resultados positivos no exame de influenza.
A secretária da OMS, Margaret Chan, fez um apelo para que os governos ao redor do mundo fiquem em alerta.

"Trata-se de uma situação séria que deve ser observada atentamente", disse Chan, que interrompeu uma viagem a Washington para se reunir com um comitê especial em Genebra.

"Os vírus causadores das infecções em algumas partes do México e em algumas partes dos Estados Unidos são geneticamente iguais. Esta é uma variação do vírus H1N1 e tem potencial para causar uma pandemia, pois está infectando pessoas. No entanto, não podemos falar, baseados nas atuais provas de laboratório, epidemiológicas e clínicas, se teremos ou não uma pandemia", acrescentou.

O vírus H1N1 é a mesma variedade que causa epidemias de influenza em humanos, mas a nova variante identificada no México contém material genético de versões da gripe que normalmente afeta porcos e pássaros.

O vírus respiratório - que infeta porcos e esporadicamente pode atingir humanos - é transmitido principalmente por espirros e tosses.
UOL

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Salada do brasileiro é feita de agrotóxico (O Globo)- Pimentão, o novo vilão da mesa (Jornal do Brasil)

O Globo

Salada do brasileiro é feita de agrotóxico
As frutas e as hortaliças consumidas no Brasil estão com uma quantidade alarmante de agrotóxicos, alertou ontem a Anvisa. Uma análise de 17 alimentos em 25 estados revelou que nenhum escapa dos pesticidas, alguns deles contaminados por agrotóxicos de uso proibido. O pior caso é o do pimentão, com 64% de contaminação. Depois vêm morango, uva e cenoura. O ministro da Saúde disse que parou de comer pimentão. (págs. 1 e 28)


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Jornal do Brasil


Pimentão, o novo vilão da mesa
Depois de analisar 1.773 amostras de 17 alimentos muito consumidos pelos brasileiros, a Anvisa constatou: o pimentão tem as maiores quantidades de agrotóxicos. O tomate, que antes liderava o ranking, ainda preocupa, assim como a uva, o morango e a cenoura. (págs. 1 e País A6)

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Gazeta Mercantil

Anvisa avalia uso de agrotóxico
A maior parte das irregularidades encontradas nas amostras de alimentos analisadas pela Anvisa é referente ao uso alternativo de defensivos e não à aplicação excessiva. (págs. 1 e B11)

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